Quando iniciei, por orientação de minha neta, a recuperar o que havia escrito em 1998 com a recomendação de publicá-lo em um “blog” sem revisões ou retoques pretendia separar cada livro em um “blog” diferente.
Agora, pensando melhor, vou emendar um livro no outro, para não perder o fôlego e, sobretudo para facilitar aqueles que já se acostumaram a abrir o endereço http://ocheirodeverao.blogspot.com.br/ .
Na verdade entre o primeiro e o segundo livro passou-se um lapso de tempo devido a fatores diversos, inclusive a compra de minha casa em Arraial do Cabo.
Arraial foi meu refúgio por nove anos esplêndidos, todo o tempo ao meu dispor para gozar cada minuto de minha aposentadoria junta àquela paisagem exuberante.
Aquela tranqüilidade de dias lindos e calmos no fim tornou irreversível a motivação para que novas linhas fossem escritas.
Surgia assim o livro “Cheiros da Vida” escrito num estilo um pouco diferente onde de procuro tratar de temas atuais e com o auxílio de um “gancho" retorno ao passado para continuar este meu “inventário de saudades”.
Mantenho os capítulos em forma de crônicas curtas, mais ou menos cronológicas e começo a exercitar o desenvolvimento de diálogos procurando de um ou de outro modo reproduzir o estilo de quem fala sua personalidade e, por aí vai.
De imediato vou publicar o primeiro capítulo deste meu segundo livro escrito no limiar do Século Vinte Um.
Espero continuar em companhia de meus amigos que através de e-mails, telefonemas ou encontros casuais me tem incentivado a continuar a tarefa a que propus.
Apenas mais dois comentários.
No primeiro livro usei os nomes reais das pessoas que nele foram citados por serem de minha intimidade muitos dos quais, lamentavelmente, já se foram.
Neste novo livro pretendo seguir o mesmo critério mesmo arriscando que num ou noutro caso minha sinceridade possa criar embaraços. Afinal, como dizia Dona Tininha: “quem está na chuva é para se molhar”...
Por derradeiro quero destacar que muitos comentários foram feitos ao longo do desenvolvimento da história e muitas vezes fui alertado por meus irmãos e demais pessoas que tiveram contato direto com os originais que tal ou qual fato não aconteceram exatamente de modo por mim explanado. Sempre consultei o que havia escrito e na maioria das vezes mantive minha redação pois escrevia com a visão e os sentimentos de uma criança via as coisas e não com o olhar adulto de muitos de meus críticos. Quanto às datas vez por outra tive que fazer pesquisas complementares.
Tal critério imagino manter, pois quem estará escrevendo não é um senhor de 72 anos e sim um jovem de dezoito, vinte anos , talvez um pouco mais ou pouco menos que nunca abandonou suas características de sonhador e romântico. Neste caso permaneço o mesmo.
Este livro foi praticamente todo escrito na cidade de Arraial do Cabo
Vamos aos “Cheiros da Vida”
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