por José Carlos Coelho Leal
sábado, 8 de novembro de 2014
"CHEIROS DA VIDA" - 120 - ESTÁ DIFÍCIL A RETOMADA DE MEU CAMINHO...
Está difícil a retomada de meu caminho de escritor bissexto. Ainda não assimilei totalmente e, com racionalidade, os últimos acontecimentos políticos em nosso país de modo a deixar meu coração tranquilo quanto ao porvir de nosso Brasil e de nossos descendentes.
Muitas perguntas permanecem sem resposta:
- Eduardo Campos foi assassinado? De quem é a responsabilidade?
- O sistema eleitoral de coleta de votos é confiável? Por que só no Brasil é adotado?
- O resultado da apuração foi uma fraude?
- Os responsáveis pelo "Mensalão" vão continuar soltos por esse Supremo cooptado e imoral?
- E o "Petrolão"? Como fica?
- E as obras financiadas pelo BNDES em países sob regimes autoritários de "esquerda" não serão questionadas?
- Existirá uma oposição de fato ou, de "mentirinha" como até aqui, nos moldes do que aconteceu nesses últimos doze anos?
- Gostaria de saber, ainda, quando o senhor Lula irá explicar ao grande público brasileiro a que se referia quando numa palestra partidária, transmitida pela televisão, declarou, colocando as mãos no ombro de dona Dilma: "...eles não sabem do que seremos capazes de fazer para re-eleger você, Dilma, presidenta do Brasil!!!". Bem como gostaria que Dilma viesse esclarecer sua frase: "..para ganhar uma eleição fazemos o diabo!!! ". Será que estarão aptos a responder ou, pensam eles com desprezo: foi isso mesmo que dissemos, com toda a clareza;
- Quando "lulinha" poderá vir a público explicar toda a origem de seu imenso patrimônio, ele, que há pouco tempo era um simples auxiliar de um zoológico de São Paulo?
- E a Constituição, dita Cidadã: por quantas vezes ainda irá ser rasgada por essa verdadeira quadrilha que vem dilapidando o patrimônio público?
Teria uma verdadeira ladainha de indagações que só o futuro esclarecerá. Ficam registrados, nesses escritos, meu sentimento atual.
É necessária muita força para prosseguir.
Vou tentar seguir minha história. Essa perguntas, no entanto, continuam revolvendo meus pensamentos. Vamos voltar a 1965 onde parei o meu relato. Diferente do que sinto hoje, época de muitas felicidades e esperanças.
Acho que rememorar aqueles dias me fará bem. Talvez minore essa angustia que invade meu coração.
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