por José Carlos Coelho Leal

sábado, 30 de agosto de 2014

E X T R A - UM PRESENTE PARA NOSSA SENSIBILIDADE



Momentos de virtuosismo, beleza, encantamento, arte, emoção e sensibilidade. Momentos imperdíveis da exibição de YUJA WANG, interpretando o Concerto número 3 de Rachimaninov.
Desde a primeira vez que vi e ouvi essa menina nascida em Pequim em 10 de fevereiro de 1987 fiquei fascinado.
O concerto apresentado neste Blog foi gravado em Dresden-Alemanha em 2012.
A sonoridade e a clareza do toque dos dedos com o teclado é algo de muito maduro pra uma artista tão jovem


Um presente para nossa alma e, nossos olhos...





quinta-feira, 28 de agosto de 2014

E X T R A - AS RETRETES DO SENHOR ENGENHEIRO


LEITURA OBRIGATÓRIA

No livro "Encanamentos e Salubridade das Habitações", editado há muitos anos em Lisboa, integrante da coletânea da Livraria Bertrand: -  Biblioteca de Instrução Profissional. -  consta o trabalho, a seguir transcrito, de autoria do eminente  engenheiro português João Emílio dos Santos Segurado. 

Ao  capítulo V refere-se o texto publicado a seguir tratando das técnicas para instalações sanitárias.


E importante observar que o cronista Sergio Porto (Stanislaw Ponte Preta) num de seus livros já tratava com humor deste tema.

Zé Karlos 



Instalações sanitárias (retretes coletivas):

Na instalação de retretes coletivas nos quartéis, escolas e, principalmente, nas grandes oficinas, é necessário adotar disposições especiais, por assim dizer: disciplinares, para evitar que o pessoal ali permaneça além do tempo indispensável. É de todos conhecido que os operários menos cuidadosos com os seu deveres, aproveitam a ida à retrete amiudadamente para abandonarem o trabalho. Recorre-se por isso a diversos meios que tornam incômoda a permanência nas retretes. As portas dos sanitários devem ser baixas, para que facilmente se veja de fora quem lá está. Usam-se muito as retretes turcas, onde as pessoas se teem de acocorar para delas se servirem, mas tem-se reconhecido que nao é bastante isso, por não ser a posição incômoda para todas as pessoas.
Também se costuma colocar nas retretes desse sistema uns descansos de ferro encastrados nas paredes e que correspondem aos sovacos e onde as pessoas ficam por assim dizer penduradas para fazer as necessidades. Ainda se tem usado o tampo das retretes bastante inclinadas, para que o pessoal não fique bem sentado, mas apenas encostados, numa posição bastante incômoda, mas todos esses dispositivos são ineficazes quando se trata de mandriões incorrigíveis. Recorre-se, igualmente, à ação da água ou do vapor. Periodicamente lança-se nas retretes uma violenta corrente, que as lava, arrastando os dejetos, mas dirigida de um modo que uma parte da água molhará as pessoas que ali estiverem sentadas ou acocoradas; mas exige esta disposição que se disponha de um volume considerável de agua, o que nem sempre sucederá.
Empregando as retretes do sistema Doulton já descritas, pode usar-se com o mesmo fim a descarga de vapor das máquinas, feita na canalização; a temperatura do vapor é bastante para queimar ou, pelo menos, tornar insuportável a permanência nas retretes. Um meio preconizado por industriais para evitar a permanência do seu pessoal nas latrinas, é mantê-las num estado de imundice tal que o cheiro afugenta dali os operários logo após satisfazer suas necessidades.

domingo, 24 de agosto de 2014

"CHEIROS DA VIDA" - 115 - A HISTÓRIA DO "TESOURINHO"




          No último capítulo, ao final, me reportei ao apelido transbordante de meiguice "Tesourinho". Fica evidente que estava me referindo à Tania, minha mulher, aquela época minha noiva. É fundamental esclarecer que esse tratamento afetivo não saiu de minha boca mas do carinho que dona Nice, minha futura sogra, tinha pela sua filha dileta e muito amada. Fato fácil de se tornar evidente para quem convivia o dia-a-dia da família.

         Quando decidimos casar as duas futuras sogras, Dona Nice, pelo lado da Tania e, Dona Tininha pelo meu, resolveram ter uma conversa particular com o futuro genro e futura nora respectivamente. Segundo consta foram decisões isoladas conduzidas apenas pelo zelo daquelas mães. Na pior das  hipóteses fica combinado assim: "verdade histórica".

          Da minha parte não tenho nada a omitir. Foi uma conversa longa rememorando as histórias das famílias Curty e Giffoni. Fiquei sabendo de tudo de bom e ruim de ambos os lados e ao fim da explanação Dona Nice foi explícita:

          - Fico muito feliz com a união de vocês dois. Os conheço muito bem; penso que serão muito felizes. Apenas quero deixar bem claro como é a família que os acolherá como casal e, que em nenhum momento possam, neste caso os dois, dizer: "fui enganado. eu não sabia que era assim.".

          - Quanto a isso a senhora pode ficar tranquila. Agradeço muito a confiança que depositou em mim. Cresce mais ainda minha responsabilidade. Obrigado!

          - Mais uma coisinha. Quanto à Tania posso garantir: você vai levar um "tesourinho". Essa é minha caçulinha, minha filha muita querida que nunca deu trabalho. Pensa bem nesse presente de Deus:  você vai se casar com um "tesourinho"!

           Tania não me contou em detalhes sua conversa com mamãe. apenas me deu a conhecer comentários que eu já estava "careca de saber" que ela iria fazer: 

           - Tania, minha filha, esse tal de Carlinhos é de amargar: um sonhador, nunca está contente com o que já tem, quer sempre mais, teimoso, rebelde mesmo...

           - Um pouco de ambição faz bem para um homem.

           - Mais uma coisa, minha filha. Veja se vocês conseguem ficar um mês sem se falar.

           Até hoje não entendemos esse pedido. Será que ela não tinha confiança no nosso amor e na nossa decisão.

           Eu, sinceramente, não lembro. Tania diz que cumprimos esse pedido. 

           Será que tive coragem de fazer esse ato de bravura? Será que Dona Tininha tinha dúvidas quanto à nossa decisão mais do que consciente. 

           Nunca soube, nem nunca vou saber... Nessa altura nem importa mais. Em julho de 2015 estaremos fazendo nossas "Bodas de Ouro". Cinquenta anos juntos. Será que ainda ficou alguma dúvida?...

          Apesar de todas suas qualidades (nada no mundo é perfeito) Tania não é uma privilegiada quanto a um dom, na minha opinião importantíssimo para uma leveza de "bom viver". 

         Decididamente não e pródiga quanto a ser portadora de um "senso de humor" de boa qualidade. Aliás muito pouco senso de humor.

         Eu, pelo contrário cultivo por demais tal qualidade. Assim é frequente minha observação malvada e inverosímel quanto ao tema da conversa de sua mãe comigo por ocasião de nosso casamento.

         Com um ar provocante, vez por outra a atiço com a seguinte indagação: "Tania, se Dona Nice ainda viva fosse, iria denunciá-la ao Procon por sua propaganda enganosa a qual procuro aferir sua veracidade ao longo desses quase cinquenta anos de mossas vidas juntos: "Você vai casar com um "tesourinho"!".

         A cada vez que faço essa observação, ouço poucas e boas e, dou largas gargalhadas de desdém. 

         No fim a questão é facilmente resolvida com vários beijos carinhosos.




         

terça-feira, 19 de agosto de 2014

"CHEIROS DA ViDA" - 114 - RECONHECER OS RASTOS DE MINHAS ANTIGAS ANDANÇAS





              Meu propósito de recuperar os textos originais escritos entre 1997 e 2005, conforme proposição estampada na página de abertura deste blog, foi atingido. 

         Continuo cultivando a ideia de que ainda ao longo do tempo  verei editado o livro com que sonhei um dia. Tenho humildemente fé que serei acarinhado por essa graça divina.


          Eventualmente será possível o aparecimento de alguns capítulos extraviados. Na ocasião oportuna darei a conhecer esses textos com a habitual informação ao  final do fechamento de cada postagem.


          Agora, meu desejo é voltar a escrever,  tornando a percorrer cada vereda deste meu "inventário de saudades".


          Confesso que há dias estou tentando dar os primeiros passos e sinto dificuldade com a retomada da trilha nostálgica do passado. Talvez a erva daninha do desencanto (1) tenha tomado viço sendo necessário  arar esse caminho para que livremente possa reconhecer os rastos de minhas antigas andanças. 


         Vale, mais um vez, reavivar Bobbio: "Que nos seja permitido viver enquanto as lembranças não nos abandonarem...".


         Sejam novamente meus companheiros fieis os lugares, as imagens, os personagens, as experiências, os acontecimentos, as emoções. as derrotas e as vitorias que vivenciei. Que o passar dos anos não tenham apagado  as cenas que marcaram minha existência. 


          Desistir? Logo agora que é chegado o momento de reviver dois fatos que irão marcar definitivamente minha passagem por este planeta? Convido-os a repartir comigo, passo a passo, as minhas caminhadas como engenheiro e, a entrega total à família que iria nascer do amor saboreado desde cada amanhecer ao lado da mulher de minha vida: Tania, o meu "Tesourinho" (nas próximas páginas todos tomarão conhecimento da origem desse carinhoso "Tesourinho".


         Valerá a pena, tenho certeza.


         (1) - desencanto - "com a situação política do país ameaçado, mais uma vez, pela corrupção desenfreada, pela crise econômica e pela nova investida em transformar esse país em uma ditadura comunista, tal e qual foi preconizada em 1964, derrotada e repudiada pela grande maioria dos brasileiros".



          

terça-feira, 5 de agosto de 2014

EXTRA - A CHEGADA DE ARIANO SUASSUNA NO CÉU

 - Um cordel para você.

A CHEGADA DE ARIANO SUASSUNA NO CÉU
Autores: Klévisson Viana e Bule-Bule
Nos palcos do firmamento
Jesus concebeu um plano
De montar um espetáculo
Para Deus Pai Soberano
E, ao lembrar de um dramaturgo,
Mandou buscar Ariano.

Jesus mandou-lhe um convite,
Mas Ariano não leu.
Estava noutro idioma,
Ele num canto esqueceu,
Nem sequer observou
Quem foi que lhe escreveu.

Depois de um tempo, mandou
Uma segunda missiva.
A secretária do artista
Logo a dita carta arquiva,
Dizendo: — Viagem longa
A meu mestre não cativa.

Jesus sem ter a resposta
Disse torcendo o bigode:
— Eu vejo que Suassuna
É teimoso igual a um bode.
Não pode, mas ele pensa
Que é soberano e pode!

Jesus, já perdendo a calma,
Apelou pra outro suporte.
Para cumprir a missão,
Autorizou Dona Morte:
— Vá buscar o escritor,
Mas vê se não erra o corte!

A morte veio ao País
Como turista estrangeiro,
Achando que o Brasil
Era só Rio de Janeiro.
No rastro de Suassuna,
Sobrou pra Ubaldo Ribeiro.

Porém, antes de encontrá-lo,
Sofreu um constrangimento
Passando em Copacabana,
Um malfazejo elemento
Assaltou ela levando
Sua foice e documento.

A morte ficou sem rumo
E murmurou dessa vez:
— Pra não perder a viagem
Vou vender meu picinez
Para comprar outra foice
Na loja de algum chinês.

Por um e noventa e nove
A dita foice comprou.
Passando a mão pelo aço,
Viu que ela enferrujou
E disse: — Vai essa mesma,
Pois comprar outra eu não vou!

A morte saiu bolando,
Sem direção e sem tino,
Perguntando a um e a outro
Pelo escritor nordestino,
Obteve informação,
Gratificando um menino.

Ao encontrar João Ubaldo,
Viu naufragar o seu plano,
Se lembrando da imagem
Disse: — Aqui há um engano.
Perguntou para João
Onde é que estava Ariano.

Nessa hora João Ubaldo,
Quase ficando maluco,
Tomou um susto arretado,
Quando ali tocou um cuco,
Mas, gaguejando, falou:
—Ele mora em Pernambuco!
A morte disse: — Danou-se
Dinheiro não tenho mais
Para viajar tão longe,
Mas Ariano é sagaz.
Escapou mais uma vez,
Vai você mesmo, rapaz!

Quando chegou lá no Céu
Com o escritor baiano,
Cristo lhe deu uma bronca:
— Já foi baldado o meu plano.
Pedi um da Paraíba
E você trouxe um baiano.
João Ubaldo é talentoso,
Porém não escreve tudo.

“Viva o Povo Brasileiro”
É sua obra de estudo,
Mas quero peça de humor,
Que o Céu tá muito sisudo.
Foi consultar os arquivos
Pra ressuscitar João.

Mas achou desnecessário,
Pois já era ocasião
Pra ele vir prestar contas
Ali na Santa Mansão.

Jesus olhou para a Morte
E disse assim: — Serafina,
Vejo não és mais a mesma.
Tu já foste mais malina,
Tá com pena ou tá com medo,
Responda logo, menina?!

— Jesus, eu vou lhe falar
Que preciso de dinheiro.
Ariano mora bem
No Nordeste brasileiro.

Disse o Cristo: —Tenho pressa,
Passe lá no financeiro! 
— Só faço que é pra o Senhor.
Pra outro, juro não ia.
Ele que se conformasse
Com o escritor da Bahia.

Se dependesse de mim,
Ariano não morria.
A morte na internet
Comprou passagem barata.

Quase morria de susto
Naquela viagem ingrata.
De vez em quando dizia:
— Eita que viagem chata!
Uma aeromoça lhe trouxe
Duas barras de cereais.

Diz ela: — Estou de regime.
Por favor, não traga mais,
Porque se vier eu como,
Meu apetite é voraz!

Quando chegou no Recife,
Ficou ela de plantão
Na porta de Ariano
Com sua foice na mão,
Resmungando: — Qualquer hora
Ele cai no alçapão!

A morte colonizada,
Pensando em lhe agradar,
Uma faixa com uma frase
Ela mandou preparar,
Dizendo: “Welcome Ariano”,
Mas ele não quis entrar.

Vendo a tal faixa, Ariano
Ficou muito revoltado.
Começou a passar mal,
Pediu pra ser internado
E a morte foi lhe seguindo
Para ver o resultado.

Eu não sei se Ariano
Morreu de raiva ou de medo.
Que era contra estrangeirismos,
Isso nunca foi segredo.
Certo é que a morte o matou
Sem lhe tocar com um dedo.

Chegou no Céu Ariano,
Tava a porta escancarada.
São Pedro quando o avistou
Resmungando na calçada,
Correu logo pra o portão,
Louvando a sua chegada.

Um anjinho de recado
Foi chamar o Soberano,
Dizendo: - O Senhor agora
Vai concretizar seu plano.
São Pedro mandou dizer
Que aqui chegou Ariano.

Jesus saiu apressado,
Apertando o nó da manta
E disse assim: — Vou lembrar
Dessa data como santa
Que a arte de Ariano
Em toda parte ela encanta.

São Pedro lá no portão
Recebeu bem Ariano,
Que chegou meio areado,
Meio confuso e sem plano.
Ao perceber que morreu,
Se valeu do Soberano.

Com um chapelão de palha
Chegou Ascenso Ferreira,
O grande Câmara Cascudo,
Zé Pacheco e Zé Limeira.
João Firmino Cabral
Veio engrossar a fileira.

E o próprio João Ubaldo
(Que foi pra lá por engano)
Veio de braços abertos
Para abraçar Ariano.
E esse falou: - Ubaldo,
Morrer não tava em meu plano!

Logo chegou Jorge Amado
E o ator Paulo Goulart.
Veio também Chico Anysio
Que começou a contar
Uma anedota engraçada
Descontraindo o lugar.

Logo chegou Jesus Cristo,
Com seu rosto bronzeado.
Veio de braços abertos,
Suassuna emocionado
Disse assim: — Esse é o Mestre,
O resto é papo furado!

Suassuna que, na vida,
Sonhou em ser imortal,
Entrou para Academia,
Mas percebeu, afinal,
Que imortal é a vida
No plano celestial.

Jesus explicou seus planos
De fazer uma companhia
De teatro e ele era
O escritor que queria
Para escrever suas peças,
Enchendo o Céu de alegria.

Nisso Ariano responde:
— Senhor, eu me sinto honrado,
Porém escrever uma obra
É serviço demorado.
Às vezes gasto dez anos
Para obter resultado.

Nisso Jesus gargalhou
E disse: — Fique à vontade.
Tempo aqui não é problema,
Estamos na eternidade
E você pode criar
Na maior tranquilidade.

Um homem bem pequenino
Com chapeuzinho banzeiro,
Com um singelo instrumento,
Tocou um coco ligeiro
Falando da Paraíba:
Era Jackson do Pandeiro.

Logo chegou Luiz Gonzaga,
Lindu do Trio Nordestino,
E apontou Dominguinhos
Junto a José Clementino
E o grande Humberto Teixeira,
Raul e Zé Marcolino.

Depois chegou Marinês
Com Abdias de lado
E Waldick Soriano,
Com um vozeirão impostado,
Cantou “Torturas de Amor”,
Como sempre apaixonado.

Veio então Silvio Romero
Com Catulo da Paixão,
Suassuna enxugou
As lágrimas de emoção
E Catulo, com seu pinho,
Cantou “Luar do Sertão”.

Leandro Gomes de Barros
Junto a Leonardo Mota,
Chegou Juvenal Galeno,
Otacílio Patriota.
Até Rui Barbosa veio
Com título de poliglota.

Chegou Regina Dourado,
Tocada de emoção,
Juntinho de Ariano,
Veio e beijou sua mão
E disse: — Na sua peça
Quero participação.

Ariano dedicou-se
Àquele projeto novo.
Ao concluir sua peça,
Jesus deu o seu aprovo
E a peça foi encenada
Finalmente para o povo.

Na peça de Ariano
Só participa alma pura.
Ariano virou santo,
Corrigiu sua postura.
Lá no Céu ganhou o título
Padroeiro da cultura.

Os artistas que por ele
Já nutriam grande encanto
Agora estando em apuros,
Residindo em qualquer canto,
Lembra de Santo Ariano
E acende vela pro santo.

Ariano foi Quixote
Que lutou de alma pura.
Contra a arte descartável
Vestiu a sua armadura
Em qualquer dia do ano
Eu digo: viva Ariano
Padroeiro da Cultura!
FIM

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

E X T R A - ISSO ACONTECEU EM MARÇO DESTE ANO (PEOCUPANTE...)

ESTÁ TUDO DOMINADO!!!
 
Eles cantam o Hino Comunista e nós só olhamos.....

Para onde está caminhando nosso Brasil?  É assustador.  Uma lástima.
 Numa reunião oficial de trabalho, com AGENTES PÚBLICOS, ao invés de tocarem o Hino do Brasil, tocam o hino comunista, que já foi o hino de um outro país. Por que não tocaram a Marselhesa? O hino americano? Ou “God Save the Queen”? Se acontecesse isso, ministros seriam demitidos, processados e presos! Onde está o Ministério Público, a imprensa “livre”, a oposição (sic) ? Tudo tem limites, mas para o PT e seus acólitos parece que não.

Comissão da Internacional Socialista

Descrição: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/ce/Maria_do_Ros%C3%A1rio.jpg
Vejam o coral cantando a “Internacional Socialista” em evento oficial da Comissão da Verdade no Rio, com a presença da ministra Maria do Rosário. Eis o link do vídeo.

Alguém poderia imaginar nazistas cantando com o punho direito estendido em evento oficial de governo, na presença de ministro? Seria um ultraje inaceitável, naturalmente. O nacional-socialismo merece a lata do lixo da história, e todos sabem disso.
Comissão da Verdade? Sei… Tentativa de reescrever a história, de resgatar do limbo o fracassado comunismo, isso sim!
“Ah, mas o comunismo morreu e a Guerra Fria acabou, não seja tão paranóico…”. Mesmo?
Rodrigo Constantino